1. Netflix liberou o primeiro teaser da adaptação de Death Note

    Rah

    Recém formada em Design, planeja trabalhar com moda. Viciada em Harry Potter, Star Wars e na Disney. Gosta de criar sobre mundos fantásticos nas horas vagas.

    2017 é um ano que promete muitos filmes e séries bons e uma boa parte deles são produções da nossa queridinha Netflix, porém nem tudo que a gigante do streaming faz é perfeito ou bem aceito pelos fãs. Esse é o caso da adaptação americana do cultuado mangá/anime Death Note que vai chegar esse ano.

    A Netflix, sabe-se lá deus porque, sismou que era uma boa ideia adaptar a história de Light, L, Misa e Ryuk pra terra do Tio Sam com um elenco 90% branco e tá aí bancando esse projeto desde o ano passado. Ontem foi liberado pela empresa o primeiro teaser oficial do filme.

    Esses 55 segundos de teaser nos dizem exatamente nada sobre como vai ser a adaptação da história. Tudo que dá pra perceber dele é que: Nat Woff (Cidades de Papel) tá horrível com esse cabelo loiro e não parece em nada com o Light frio e calculista que a gente adora; Misa, que agora se chama Mia, não tem nada em comum com a personagem original (vou sentir falta dos figurinos Gothic Lolita); Ryuk continha com a mesma estética e viciado em maçãs aparentemente.

    Sinceramente, como vocês talvez já tenham notado, minhas expectativas pra esse filme estão entre baixas e “meus deuses por quê?”. Pra mim nunca houve necessidade de adaptar Death Note para o ocidente, principalmente pelo fato que a versão original já faz um sucesso imenso por aqui, mas adaptar fazendo whitewashing é pior ainda. Por que na boa, como eles esperam explicar os shinigamis em pleno EUA sem ter personagens japoneses importantes na história? E o significado de Kira? Tanta coisa que faz parte da mitologia da história, e que a tornaram esse fenômeno, vão ser perder nessa adaptação que chega a ser triste.

    Na verdade esse filme de Death Note tem todos os elementos para ser o Dragonball Evolution de 2017!

    Comente e compartilhe